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Review: Band kit de Guitar Hero

11 abr

Já faz muito tempo que eu queria fazer esse post, mas sempre me enrolava na hora de fazer o texto (o rascunho tá aqui desde 20/02 e as fotos são de antes! #fail). Bem, de hoje não passa (: Todas as fotos aumentam se clicar!

Foi um parto tirar essa foto :P

Foi um parto tirar essa foto 😛

Geral
Meu band kit é o do Guitar Hero Warriors of Rock (salvo engano, é o 6), e vem com a bateria, guitarra, microfone e o jogo em si (dã). Foi comprado na MK Games da Santa Ifigênia (lá em São Paulo) e eu paguei R$470,00 na época (nov/12), quando os preços estavam começando a subir por causa do natal. Eu pesquisei em outras lojas e cheguei a ver preços como R$600,00, então é bom pesquisar antes de comprar. Na época também tinham kits do Rock Band Beatles, todos por mais de R$1000,00, mas entre um set de GH e outro de RB (e por mais do dobro do preço), fiquei com o primeiro.

Jogo
Sobre o jogo em si, achei um pouco enrolado. Ele tem o Quickplay e já vem com a maioria das músicas liberadas, mas se você quiser jogar, por exemplo, 2112 do Rush, precisa fazer o Quest Mode. No Quest Mode, você precisa salvar o Demigod of Rock, e pra isso você passa por “fases”, agrupadas por personagem e gênero (ex: Johnny Napalm tem Offspring e Ramones, Pandora tem Linkin Park e White Stripes…). Se você conseguir completar o número de estrelas necessário em cada personagem, ele se transforma numa versão “”monstro”” , cada um com um poder diferente (star power dobrado, proteção pra não quebrar o combo…). Quando você termina o Quest Mode, você tem a opção “Dominate Quest”, onde você usa todos os poderes juntos e pode obter até 40 estrelas em cada música.  Sendo sincera, gosto mais da simplicidade do Guitar Hero 3. [Nota: 7/10]

Guitarra

A guitarra que vem com o jogo é maior do que as que eu já estava acostumada (GH2 de playstation). Ela tem a frente vermelha, que é removível (e eu levei um baita susto quando soltei ela, fuéins) e risca com muita facilidade – a parte branca principalmente. O braço dela tem os botões do jeito que todos já conhecem e logo na parte de baixo tem “botões” pra você fazer as slide notes. Como dá pra notar nas fotos, o braço dela também solta, e isso facilita muito na hora do transporte – é só colocar na mochila e pronto. Pra mim, o principal ponto positivo foi o botão do star power, que agora fica logo em baixo da palheta, podendo ser apertado com a palma da mão enquanto você joga. Em contrapartida, odiei a falta de cabos dela, já que é um saco ter que ficar carregando pilhas por ela só ter a opção wifi. [Nota 8/10]

Bateria

Admito que a bateria foi o principal motivo de eu ter comprado o band kit e posso dizer que não me arrependi. Começando pelos pontos positivos, ela tem os dois pratos (os sets de Rock Band são diferentes, assim) e o posicionamento dos sensores segue a ordem de uma bateria “normal” (caixa, chimbau/chimbal/sei lá como escreve, prato de condução, etcs), o que facilita pra quem já é familiarizado com a bateria (e que não faz a menor diferença pra quem nunca tocou :P). Falando em pratos, você ativa o star power batendo nos dois pratos ao mesmo tempo. As baquetas são simples, vem com o nome do jogo gravado e tem um lugar na lateral pra serem guardadas (coisa linda <3). Um detalhe que não passou batido também (não pra mim, mas pelo namorado) foi o fato de que na parte de trás você tem não só uma, mas duas saídas pra bumbo, o que significa que dá pra por um pedal duplo e jogar Expert+ melhor (ehehehe). De ponto negativo eu destaco a fragilidade do pedal, os pés da bateria que vão pra frente conforme você joga (se for em tapete não escorrega, mas eu tenho que botar dois chinelos (!) no pé da bateria, pra ela não andar) e a falta de sensibilidade do vermelho, que eu já li críticas em outros lugares também. [Nota 9/10]

 

Microfone

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Não tem muito o que falar, né? O microfone que vem com o kit tem o cabo mais longo do universo (sério, é gigante!) e não tem nem um botãozinho sequer pra apertar HAHAHA. Tudo o que você for fazer, se estiver no player do microfone, tem que ser feito com o controle mesmo. Dá pra ativar o star power no meio da música dando duas batidinhas nele, mas apertar o Y do controle é mais prático, já que nem sempre as duas batidas funcionam. Dá pra dizer que cumpre seu propósito no jogo… E ainda dá pra cantar Bohemian Rhapsody, yay! [Nota 9/10]

 

Vale a pena se… você gostar desse tipo de jogo e já enjoou da guitarra, tem mais alguém pra jogar junto (jogar sozinho é chato!), pode levar pra lá e pra cá na casa dos amigos ou não se importa de gastar um pouquinho de dinheiro pra ter uma boa diversão por muito tempo!

Não vale a pena se… você não gosta de tocar bateria (e tem que aprender a segurar a baqueta certinho, senão machuca o pulso!) ou cantar, não tem ninguém pra jogar junto, não quer gastar muito dinheiro, não tem facilidade com jogos de coordenação motora ou já cansou de Guitar Hero.

Nota final: 8,25/10

 

Espero que esse post ajude outras pessoas leigas no assunto a comprar (ou não) um set de GH! Redigi tudo de acordo com as minhas impressões, então que fique bem claro que eu não sou ~~a entendida~~ do assunto. Pra mim foi um investimento que valeu a pena e que agora anima todas as reuniões aqui em casa (ou na casa dos outros). 😀

Joguei: Alice – Madness Returns

6 fev

Depois de comprar meu XBox, pesquisei alguns jogos com story mode que pudessem me interessar, já que eu não costumo gostar dos jogos “de sempre”. Nas minhas ~~buscas~~, encontrei a continuação do jogo de PC American McGee’s Alice, que apresenta uma versão deformada (aka muito mais legal) de Alice no País das Maravilhas, de Lewis Caroll.

Capa do jogo

Capa do jogo

A história do jogo se passa 11 anos depois do incêndio que matou sua família e que, acreditando ser a responsável por isso, fez Alice ficar louca. Primeiramente internada em um asilo para tratamento, ela vai para um orfanato e fica aos cuidados do Dr. Bumby, um psiquiatra que faz uso da hipnose para “ajudar” todas as crianças que moram lá. Durante uma de suas consultas, Alice tem uma alucinação onde volta para o país das maravilhas e percebe que nem tudo está tão bem quanto ela imaginava. A partir daí o jogo começa, com Alice tentando descobrir o que causou todo esse dano em Wonderland.

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Hysteria Mode

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Guardas da Rainha de Copas… depois de um tempinho enterrados 😛

Zerei o jogo semana passada e posso dizer que amei! Apesar de ser um jogo um pouco perturbado, não tem nada que dê muito susto ou monstros muito feios (ponto importantíssimo pra mim, heh) a ponto de te causar pesadelos. A jogabilidade é boa, os gráficos são muito bonitos e as roupas que a Alice usa são lindas ❤ Outro ponto legal do jogo é que não tem nada escondido demais a ponto de ser impossível de achar e no meio da história, aparecem alguns minigames que complementam o story mode (puzzles, quizes e fases 2D).

Por outro lado, senti falta de alguns mapas e talvez outros caminhos para percorrer, podendo (talvez, quem sabe) voltar a um mesmo cenário várias vezes. Os capítulos são longos e, como o jogo tem auto save, você muitas vezes tem que esperar um save point pra desligar o video game. Outra coisa que fez falta foram mais armas (e de updates), mas isso é um ponto delicado, porque diferente do American McGee’s Alice (que você jogava no teclado), esse você joga no controle de XBox, que tem uma quantidade menor de botões pra usar.

Cheshire <333

Cheshire <333

Recomendo muito o jogo se você for menina (HAHAHA), se você já jogou American McGee’s Alice, se não é fã de jogos tão difíceis de se terminar o Story Mode ou se simplesmente simpatizou com essa humilde review =)